O lutador de MMA Rogério Silva Santos, de 36 anos, conhecido no meio esportivo como “Rogério Cachorro Louco”, foi assassinado a tiros na quarta-feira (6) em Lucas do Rio Verde, município localizado a cerca de 350 quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso.
Segundo informações da Polícia Civil, a vítima foi perseguida por dois homens armados até um mercado no bairro Tessele Júnior, onde acabou sendo executada com diversos disparos.
De acordo com as investigações iniciais, Rogério tentou fugir dos suspeitos e entrou em um mercado da região buscando proteção. No entanto, os criminosos invadiram o local e efetuaram vários tiros contra o lutador.
Após a ação, os suspeitos fugiram rapidamente e ainda não foram encontrados pelas autoridades.
O Corpo de Bombeiros foi acionado para prestar socorro, mas os socorristas constataram a morte do atleta ainda no local.
A área foi isolada para os trabalhos da Perícia Oficial e identificação de possíveis evidências que possam ajudar na investigação.
A Delegacia de Lucas do Rio Verde apura as circunstâncias do homicídio e trabalha para identificar os responsáveis pela execução.
Até o momento, a motivação do crime permanece desconhecida.
Imagens de câmeras de segurança da região e depoimentos de testemunhas devem auxiliar os investigadores na tentativa de localizar os suspeitos.
Natural de Almeirim, no Pará, Rogério Silva Santos ficou conhecido regionalmente pelas participações em competições de MMA.
Além da carreira esportiva, ele também chegou a disputar as eleições municipais de 2020 como candidato a vereador pelo partido Podemos em sua cidade natal, mas não foi eleito.
A presença do lutador em Mato Grosso ainda é investigada pelas autoridades.
A morte do atleta gerou repercussão entre amigos, familiares e integrantes do meio esportivo, que utilizaram as redes sociais para prestar homenagens.
Conhecido pelo apelido “Cachorro Louco”, Rogério era lembrado pela personalidade forte dentro dos octógonos e pela participação em eventos esportivos da região Norte do país.
A Polícia Civil informou que continua realizando diligências e não descarta nenhuma linha de investigação sobre o caso.