Na pesquisa divulgada pela AtlasIntel em 16 de setembro, o senador Flávio Bolsonaro (PL) segurou a vantagem minúscula que obteve sobre o presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em intenções de voto, o filho de Jair Bolsonaro registrou 47,2% contra 46,8% do petista no 2° turno das Eleições 2026. Brancos, nulos e não sei foram 6%. O resultado demonstrou uma alta de 0,8% para o primeiro e 0,6% para o segundo. Nos votos válidos, o embate foi de 50,2% contra 49,8%, respectivamente.
Flávio se tornou o único candidato a superar Lula na pesquisa, diferente de Romeu Zema (NOVO), Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (AVANTE) e Renan Santos (MISSÃO). No 1° turno, Lula captou 44,1% (+1) contra 41,7% (+4,7%) de Flávio. Santos teve 5,1%; Cury, 3,5%; Caiado, 1,7%; Zema, 1,1%; Samara Martins (UP), 0,7%. Na disputa pelo 3° lugar, todos caíram em porcentagem, indicando possível migração de votos para Flávio num movimento de prevenção à vitória de Lula no 1° turno. Nos votos válidos, Lula teve 45% e Flávio, 42,6%. É necessário 50% dos votos +1 para que o 2° turno não ocorra.
Rejeição geral e escândalos
Quando perguntados sobre o quê teriam mais medo, 46,6% disseram temer mais a reeleição de Lula e 46,2% a de Flávio. Ambos igualmente somaram 7%. Questionados sobre em qual candidato não votariam de modo algum, 52% responderam Lula contra 50% Flávio. Os dados contrataram com a percepção de imagem de líderes políticos no mesmo levantamento. Lula obteve uma imagem positiva de 45% e negativa de 54%. Flávio registrou 42% imagem positiva e 55% de negativa.
Sobre o caso Master, 41,2% mencionaram que principalmente os aliados de Bolsonaro estariam envolvidos. Já 40,2% culparam os aliados de Lula, 13,8% para ambos igualmente e 3,8% o centrão. Por outro lado, a crise no Supremo Tribunal Federal (STF) prejudicou mais Lula para 49,5%, 20,9% mais Flávio, 14,4% ambos igualmente e 6,7% nenhum dos dois.
A AtlasIntel ouviu 5.018 pessoas entre os dias 11 e 16 de setembro, com metodologia por recrutamento digital aleatório e margem de erro de 1 ponto para mais ou menos. O nível de confiança da margem é de 95%. No Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o registro é BR-06221/2026.
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