O PL oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência durante convenção em São Paulo. O evento reuniu aliados, contou com um vídeo de Jair Bolsonaro produzido por inteligência artificial e foi marcado por críticas ao governo Lula e ao STF.
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O pré-candidato à Presidência Leonardo Avalanche anunciou que pretende oferecer iPhones e um ano de internet gratuita para quem concluir um curso de empreendedorismo em um eventual governo. O plano também inclui um imposto único de 3,5%, incentivos a motoristas de aplicativo e a criação de um aplicativo público de transporte.
As eleições de 2026 terão regras específicas para o uso das redes sociais e da inteligência artificial. O TSE proíbe deepfakes, disparos em massa de mensagens e propaganda paga por influenciadores, além de exigir identificação em conteúdos produzidos por IA.
Lula participará de convenções partidárias em Brasília, Ceará e Bahia antes de oficializar sua candidatura à reeleição em São Paulo, no dia 2 de agosto. Durante o período eleitoral, a agenda internacional do presidente deve ficar restrita à possível participação na Assembleia Geral da ONU.
Pesquisa Datafolha mostra Lula com 48% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro, que registra 43%. No primeiro turno, o presidente aparece com 40%, seguido pelo senador com 32%.
A Lei 15.475 foi sancionada e proíbe a produção e a comercialização de alimentos obtidos por meio da alimentação forçada de animais, prática conhecida como gavage. A norma entra em vigor em 180 dias e prevê multas, sanções administrativas e até um ano de detenção para infratores.
A Comissão de Relações Exteriores do Senado acompanhará os impactos das novas tarifas de 25% impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. O governo federal também anunciou um pacote de R$ 18,5 bilhões em crédito para apoiar empresas e setores afetados.
O MPF pediu à Justiça a suspensão do aumento da mistura de etanol na gasolina de 30% para 32%, alegando falta de estudos específicos sobre a segurança da medida. O governo afirma que a mudança é tecnicamente segura, pode reduzir o preço do combustível e diminuir as emissões de carbono.