Close Menu
Portal Minuto News
  • Inicio
  • Categorias
    • Brasil
    • Cidades
    • Cultura
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Especiais
    • Esportes
    • Meio Ambiente
    • Mundo
    • Opinião
    • Política
    • Saúde
    • Segurança
    • Tecnologia
    • Trabalho
    • Turismo
    • Geral
  • Sobre Nós
  • Contato
Facebook X (Twitter) Instagram
Trending
  • Aluguel em BH: por que os preços sobem mais que em outras capitais?
  • Mês do Professor: como a Inteligência Artificial e a tecnologia estão redefinindo o papel do educador
  • TSE e MEC firmam parceria para implementar educação política nas escolas de todo o país
  • Dia das Crianças (12/10): Confira o roteiro cultural gratuito e interativo em Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro
  • Nova composição do Senado aumenta preocupação no STF com possíveis impeachments em 2027
  • Prazo para sacar dinheiro das bets termina nesta segunda; veja o que acontece depois
  • Protestos estudantis se espalham pela França e deixam escolas fechadas e milhares de detidos
  • Eleições 2026: veja quem venceu para governador em cada estado e onde haverá segundo turno
  • Inicio
  • Categorias
    • Brasil
    • Cidades
    • Cultura
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Especiais
    • Esportes
    • Meio Ambiente
    • Mundo
    • Opinião
    • Política
    • Saúde
    • Segurança
    • Tecnologia
    • Trabalho
    • Turismo
    • Geral
  • Sobre Nós
  • Contato
Instagram YouTube LinkedIn
Portal Minuto News
Subscribe
terça-feira, 27 outubro
  • Brasil
  • Cidades
  • Cultura
  • Economia
  • Educação
  • Entretenimento
  • Especiais
  • Esportes
Portal Minuto News
Home»Economia»Por que o trabalhador vive uma relação tóxica com o mercado
Economia

Por que o trabalhador vive uma relação tóxica com o mercado

Índices econômicos positivos ajudam a observar as incertezas enfrentadas pelos desempregados.
Jônathas GrunheidtBy Jônathas Grunheidt8 de junho de 2026Updated:14 de agosto de 2026Nenhum comentário4 Mins Read
Facebook Twitter LinkedIn Email Copy Link
Follow Us
Instagram WhatsApp TikTok
Ao centro, uma trabalhadora com as mãos na cabeça e olhar para baixo. Ela usa roupa social, está sentada numa cadeira e tem ombros apoiados numa mesa de escritório. Sobre a mesa, um notebook.
Share
Facebook Twitter LinkedIn WhatsApp Copy Link

Falar dos malefícios do desemprego para o trabalhador nos tempos atuais pode até ser considerado tabu, algo proibido ou evitado, especialmente pelo governo. Todo incumbente deseja evidenciar taxas econômicas positivas, o que, de fato, Lula III tem entregado com consistência. Em dezembro de 2025, a taxa de desemprego no Brasil caiu a 5,1%; segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o menor registro da série histórica. Uma quantia de 2,4% é classificada desalentada, gostariam de trabalhar, mas desistiram de procurar emprego. Mais de 1 milhão de pessoas procuram emprego há dois anos ou mais. Então, qual o perfil delas e quem soluciona os seus problemas?

Levantamento do ano passado feito pela Fundação Getúlio Vargas, com base nos dados do IBGE, revelou que os jovens de 18 a 29 anos tinham mais do que o dobro do desemprego de outras faixas etárias. O mercado os culpa por não terem experiência, qualificação necessária e falta de inteligência emocional. 

Um trabalhador sufocado

Numa economia aquecida não há muitas aberturas de vagas, restam poucas que exijam a formação pela qual o jovem acabou de conseguir o diploma. Aparecem posições que misturam funções de três empregos num só e o jovem é responsabilizado pela ausência de ofertas compatíveis, por não ter algum requisito do que sobra e não querer se submeter à papéis que pagam menos pelo trabalhador que ele é. 

É conveniente que um mercado jogue todo o peso nas costas dos jovens, pois assim não precisa olhar para as próprias problemáticas e disfunções. Durante a pandemia da covid-19, entre 2020 e 2021, o país atingiu recordes de desemprego. Isso significa que, no meio de uma crise de saúde pública, as empresas não perdoaram os funcionários por evitarem contágio do vírus nem estavam dispostas a pensar num trabalho de casa improvisado. Nesse período, transtornos como depressão e ansiedade aumentaram pela falta de renda e isolamento social.

De acordo com o Ministério da Fazenda, mais de R$ 500 bilhões já foram concedidos em benefícios fiscais para as empresas. Diante disso, o mercado pede que o trabalhador ajuste a si mesmo ao invés de ofertar mais e diminuir a precarização das vagas. O jornalismo pode ser um dos exemplos, porque pedem que o trabalhador seja, simultaneamente, motorista e produtor de vídeo. Em 17 de abril, o cinegrafista Rodrigo Lapa dirigia um carro quando morreu em batida de caminhão. A repórter Alice Ribeiro teve morte encefálica.

Um mercado narcisista

Se parte do povo deseja um emprego e não consegue, significa que vasculharam a cidade em busca de oportunidades, mandaram toneladas de currículos online e não foram respondidos. Talvez, também estudem e as empresas não estejam dispostas a flexibilizar horário nem a ofertar vagas que englobam somente o turno da manhã, da tarde ou da noite. O artigo 303 da CLT estabelece a carga horária de um jornalista em 5 horas. Então, na verdade, os que estudam poderiam trabalhar. Qual jornal respeita isso se muitos querem, inclusive, plantões aos fins de semana? Tão poucos que são difíceis de encontrar.

Acima de tudo, o emprego em alta pode ser o cenário ideal para que, mesmo com bons índices, o cidadão perceba que o desemprego não existe para ser combatido, mas para ser tolerado. Na crise, em maior medida. Na bonança, em menor. A justificativa do mercado sobre os jovens nada mais é do evocar uma meritocracia necessária ao modo de viver capitalista. Como disse Deleuze uma vez, “o capitalismo tem grande necessidade de uma reserva de desemprego e abandona a máscara liberal do pleno emprego”. Então, os trabalhadores não conseguiram, porque não se esforçaram o suficiente.

Essa é mais uma história no Brasil em que se identificam estruturas ruins para o trabalhador e ninguém está realmente inclinado à consertá-las. Se diz que “é a vida” e “que tudo vai dar certo”, porque depois das tentativas, a pessoa quer se consolar na sorte ou em Deus. Já o mercado segue feliz após inverter a culpa pelo paradoxo que criou, em que o cidadão fica preso num limbo por ser qualificado demais e de menos na mesma medida.

É quase uma relação abusiva, em que ele é um narcisista e o trabalhador é um dependente emocional e financeiro. Ao ouvir a frase “Se eu me moldar, ela vai me aceitar”, está cada dia mais impossível distinguir entre um interesse amoroso ou uma empresa.

A opinião aqui demonstrada é inteiramente pessoal e não reflete o posicionamento do veículo Minuto News.

Autor

  • Jônathas Grunheidt

    Jornalista pela UFSM/FW. Explora os hábitos de consumo, relações de trabalho e políticas que moldam a sociedade.

capitalismo Covid-19 desemprego Economia emprego IBGE jornalismo Lula mercado Ministério da Fazenda precarização relação tóxica trabalhador
Jônathas Grunheidt
  • Website

Jornalista pela UFSM/FW. Explora os hábitos de consumo, relações de trabalho e políticas que moldam a sociedade.

Related Posts

Prazo para sacar dinheiro das bets termina nesta segunda; veja o que acontece depois

5 de outubro de 2026

Medida de Temer contrapõe título de “pai do tigrinho” que Flávio atribuiu à Lula

2 de outubro de 2026

PIB baixo sob Bolsonaro apontado por Lula não procede

2 de outubro de 2026

Trump insinua que cidadãos não conseguem imóveis por falta de esforço

29 de setembro de 2026

Lula anuncia banimento das Bets em todo o Brasil

25 de setembro de 2026

Apoio ao fim das Bets alcança 75% da população brasileira

23 de setembro de 2026

Trump colhe enorme desaprovação em áreas vitais da economia

19 de setembro de 2026

Clubes de futebol repudiam possível proibição das Bets por Lula

18 de setembro de 2026

Bolsa Família recebe aumento e Mendonça barra ação contrária

17 de setembro de 2026

Em 4ª queda seguida, taxa Selic vai a 13,75%

17 de setembro de 2026

Renúncias fiscais e ambientais atraem maior volume de dólares em 14 anos

5 de setembro de 2026

Bancos fecham no feriado de 7 de setembro; Pix funciona normalmente

4 de setembro de 2026

CCJ aprova fim da 6×1 com embate entre Marinho e Aziz

2 de setembro de 2026

Aneel mantém bandeira amarela e consumidor terá cobrança extra na conta de luz

2 de setembro de 2026

Simples Nacional: prazo para adesão e escolha de novo formato começa nesta terça-feira

1 de setembro de 2026
Leave A Reply Cancel Reply

Facebook Instagram YouTube WhatsApp TikTok
  • Transparência
  • Isenção de Responsabilidade
  • Sobre Nós
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
© 2026 Portal Minuto News — Todos os direitos reservados. Jornalismo independente, informação e compromisso com a verdade.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.